Jadis - É verdade!
Justiça proíbe quadro do 'CQC'

A Band recebeu no sábado uma notificação judicial impedindo a a exibição do quadro "Proteste Já" de Danilo Gentili, na reestreia do "CQC". Na decisão, a Juiza Nilza Bueno da Silva, da Vara da Fazenda Pública de Barueri, acatou ação da prefeitura da cidade contra a emissora. A Justiça decidiu que a atração não poderá ir ao ar antes de dar direito de resposta para a prefeitura. O quadro mostraria uma TV doada a uma escola de Barueri, na Grande SP, que foi parar na casa de uma diretora. A Band vai recorrer. "Isso é censura prévia", disse Marcelo Tas, que afirma ter dado direito de resposta. "O acusado fala na reportagem". Ontem, o programa realizaria um protesto.


FONTE:
http://www1.folha.uol.com.br/folha/colunas/zapping/ult3954u707376.shtml

 
Barueri decide realizar seus jogos no Paulista em Presidente Prudente

Diretoria do clube tem sérias divergências com a prefeitura de Barueri.

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Diante de divergências com a prefeitura de Barueri, a diretoria do Grêmio Barueri decidiu realizar em Presidente Prudente os dez jogos que o clube tem mando de campo no Campeonato Paulista.

O nome da equipe, que disputa a Série A do Campeonato Brasileiro, permanecerá o mesmo durante o Paulistão. Mas existe a possibilidade de mudança após a competição. Segundo nota da prefeitura de Presidente Prudente, durante a disputa do torneio será discutido se o "Grêmio vai associar em sua denominação o nome de Presidente Prudente".

O primeiro jogo do Grêmio Barueri no estádio Prudentão será no dia 21, contra o Palmeiras. A equipe também enfrentará na cidade o Corinthians, Rio Claro, Botafogo-SP, Monte Azul, Santo André, Ponte Preta, Rio Branco, Mogi Mirim e São Caetano.

Em 18 de dezembro, a diretoria do Barueri divulgou uma nota oficial em que estipulava condições para permanecer no município. Entre as exigências estavam a locação de três anos da Arena Barueri e do CT, e a concessão de uso de outros três campos na cidade para as equipes profissional e de base. Na nota, o clube considerava que uma recusa aos pedidos significaria "o interesse da prefeitura na mudança da sede desta agremiação".

Após a divulgação da nota, o ecretário municipal de Esportes de Barueri, José Calil, disse que a prefeitura desejava a permanência do clube na cidade e que não havia problemas de estrutura.

- Eles querem forçar a prefeitura a pressionar as empresas locais para que voltem a investir no clube. Nós queremos manter o time na cidade, mas se eles quiserem se mudar para outro lugar não será por causa da estrutura. Eles só querem saber dos cifrões - afirmou Calil ao GLOBOESPORTE.COM em 21 de dezembro.

 
Informe do PSOL BARUERI

Como se sabe, o prefeito de Barueri, Rubens Furlan (PMDB) é muito religioso, fato aqui demonstrado na semana passada.

Mas não é, no entando, tão cuidadoso com o dinheiro público, como se poderia desejar de alma tão pretensamente imaculada.

Basta dizer que o tribunal de contas de São Paulo condenou-o a devolver aos cofres públicos nada menos que R$ 15.535.062,32, dinheiro que ele empregou no time de futebol do Grêmio Barueri, em 2006.

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Conlutas: congresso em junho de 2010 para fundar nova central


No dia 27 de outubro de 1972 caminhoneiros pararam seus veículos, em um ato consciente de hostilidade de classe. Não eram assalariados, mas sim proprietários de caminhões, alguns deles donos de frotas inteiras que transportavam mer cadorias pelas estradas daquele país longo e delgado. Era uma greve patronal.

 

O tamanho limitado da rede ferroviária nacional lhes dera um papel econômico crucial e uma força real (1), caso optassem por utilizá-la. Naquele mês de outubro a decisão do governo de nacionalizar uma pequena firma transportadora do extremo sul do país, em Aysen, proporcionou-lhes o pretexto para agirem. A decisão da greve foi anunciada por Leon Vilarin, o líder da organização dos caminhoneiros. O próprio Vilarin, um advogado, era um conhecido político da extrema direita (2). Mas a greve não era simplesmente o produto de uma pequena conspiração. Era um movimento-chave dentro de uma estratégia na qual os caminhoneiros cumpriram o papel de tropa de choque para uma classe decidida a reassumir o controle sobre o Estado chileno, o qual ela sentia haver perdido.

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